sábado, 16 de abril de 2016

OS TRÊS CRESCIMENTOS DA IGREJA

OS TRÊS CRESCIMENTOS DA IGREJA
1.       CRESCIMENTO NUMÉRICO
“De sorte que as igrejas eram confirmadas na fé, e cada dia cresciam em número.” (At.16:5).
O crescimento numérico da igreja é bíblico, como vemos no versículo acima, e é natural o crescimento em todo organismo vivo. É sabido que a história da igreja, em Atos, já começa registrando a conversão de “quase três mil almas” e “quase cinco mil homens” (At. 2:41 e 4:4). Porém, alguns balizamentos devem ser colocados sobre o crescimento da igreja, para que Satanás não leve vantagens sobre nós. Isto porque estamos vivendo numa época em que alguns se tomaram de verdadeira obsessão pelo crescimento da igreja. Temos de ter cuidado para que a motivação pelo crescimento não se torne uma competição carnal para ver quem é o maior. Todo organismo vivo cresce até o seu limite de maturidade, e depois para de crescer, e começa a se multiplicar. A analogia é com o corpo humano, cujo crescimento é limitado, embora possa se multiplicar indefinidamente.  Temos de lembrar também do papel do Espírito Santo na multiplicação da igreja. “Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, Galiléia e Samaria, tinham paz, sendo edificadas, e andando no temor do Senhor; e, pelo auxílio do Espírito Santo, se multiplicavam.” (At. 9:31).  O crescimento numérico da igreja decorre de uma ação conjugada entre a igreja e o Espírito Santo. Quando a igreja faz tudo o que pode, Deus faz a sua parte, exatamente a parte que a igreja não pode fazer, acrescentar pessoas à igreja. Assim, dar metas de crescimento para a igreja, é usurpar a prerrogativa do espírito Santo, que é o único que pode “convencer o homem do pecado, da justiça, e do juízo.” (Jo.16:7,8). “Ele testificará de mim. E vós também testificareis, pois estivestes comigo desde o princípio.” (Jo.15:26,27).  A igreja primitiva fazia a sua parte, que era: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações” (At. 2:42), e o Espírito Santo fazia a sua, que era: “E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.” (At. 2:47). 
2.       CRESCIMENTO NA GRAÇA
“Antes crescei na graça...de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (II Pd. 3:18).
Enquanto o crescimento numérico equivale ao crescimento físico, o crescimento na graça é o crescimento espiritual. O crescimento espiritual é a comunhão com o espírito Santo. O problema é que o crescimento na graça é Mais difícil de ser percebido e mensurado, e por causa disto, pode até ser desprezado. O crescimento numérico pode até ser conseguido pelo esforço humano, como o faz qualquer corporação secular, e as heresias, mas o crescimento na graça, espiritual, só pode ser conseguido por meio de um fator chamado obediência. “E nós somos testemunhas acerca destas palavras, nós e também o espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem.” (At.5:32). Sabemos que o Espírito Santo pode ser entristecido. “E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção.” (Ef. 4:30). Ele pode ser  extinto da nossa vida. “Não extingais o Espírito.” (I Ts. 5:19). O crescimento na graça se percebe mediante a manifestação dos dons espirituais e do fruto do Espírito. (I Co.12 e Gl. 5:22). Geralmente vem por meio da oração. “Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos.” (Ef. 6:18).
3.       CRESCIMENTO NO CONHECIMENTO
“Antes crescei ...no conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo” (II Pd. 3:18).

Crescimento em conhecimento por parte da igreja da pessoa de nosso Senhor e
Salvador Jesus Cristo. É o conhecimento intelectual obtido por meio do estudo diligente das Escrituras, para saber o que ela diz a respeito de Jesus. O crescimento numérico é o físico, o crescimento na graça é o espiritual, e o crescimento em conhecimento é o intelectual. Tem crente que pensa que Deus criou o espírito humano, mas o diabo criou o a mente, o intelecto. Aliás, o antigo Gnosticismo acreditava que o espírito era bom e o corpo era mal. Dizia até que Jesus não veio em carne, e que a carne de Jesus era apenas aparente, o que se chamou de Docetismo, de Dokein, parecer.  O diabo é muito astuto e vive enganado a igreja que não atenta para o que Deus disse na sua Escritura. São necessários os três tipos de crescimentos. Se o diabo eliminar um deles, prejudica os outros dois. Ou mesmo se inverter a ordem deles. Podemos até tentar uma ordem de crescimento. Primeiro, Jesus passou cerca de três anos ensinando seus discípulos, nos Evangelhos. É o crescimento no conhecimento. Depois, o Espírito Santo veio sobre eles, no dia de Pentecostes, em Atos 2, depois de dez dias de oração, e todos foram cheios do Espírito Santo. É o crescimento na graça. “E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus e em todos eles havia abundante graça” (At. 4:33). E, depois da pregação de Pedro, aconteceu o crescimento numérico, quase três mil e quase cinco mil. O mesmo padrão se repete, pois em At. 2:42 eles “perseveravam na doutrina dos apóstolos” (crescimento em conhecimento),  perseveravam “nas orações” (buscavam o crescimento na graça), e em At. 4:31 “e, tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do espírito Santo, e anunciavam com ousadia a Palavra de Deus” (o crescimento numérico certamente ocorreu, pois a combinação estava formada, crentes cheios do espírito Santo anunciando a Palavra de Deus). Então, a ordem é: crescimento no conhecimento, para se saber o que se vai dizer, crescimento na graça para se falar com autoridade e sem medo, e o crescimento numérico legítimo acontecerá.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

A PROSTITUIÇÃO DA IGREJA


Gn.12:10-20; 20:1-18.

Tipologia.  Sara representa a igreja, Abraão representa os pastores, Faraó representa satanás ou os poderes políticos deste mundo, a terra de Canaã representa o ambiente da igreja. No primeiro caso houve fome na terra de Canaã, que é um tempo difícil na igreja, quando as necessidades das pessoas não são supridas. A tentação é ir buscar no mundo a solução dos problemas, como Abraão fez. Só que Abraão inventou uma mentira dizendo que Sara era sua irmã,para enganar os egípcios. Abraão fez isso tanto em Gn.12:10-20 quanto em Gn. 20:2. Aqui há uma lição. Quando Abraão nega que Sara é sua mulher, é como se a repudiasse, e a induz à prostituição ou ao adultério. Jesus disse: “qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.” (Mt.5:32). Espiritualizando. Jesus é o noivo ou esposo da igreja, enquanto que os pastores são uma espécie de maridos provisórios. É como se Jesus fosse o marido da igreja Universal, e os pastores são maridos das igrejas locais. Bem, quando Abraão disse que Sara era sua irmã, e não sua mulher, declarou quer não tinha intimidade com ela, pois não se tem normalmente, intimidade com a irmã. E com isso a tornou disponível para que outros homens a cobiçassem e a tomassem, como aconteceu com Faraó. Então, tanto Sara como Faraó foram induzidos ao adultério por intermédio de Abraão, de acordo com as palavras de Jesus. Espiritualizando. Os pastores de hoje que disponibilizam suas igrejas para os políticos e para os empresários, estão caindo na mesma palavra, ainda que o façam bem intencionados. Ou seja, estão prostituindo suas igrejas, para não dizer, as igrejas de Jesus. O motivo que Abraão deu foi “Porque eu dizia comigo: Certamente não há temor de Deus neste lugar, e eles me matarão por amor da minha mulher.” (Gn. 20:11). Foi falta de fé de Abraão. Jesus é o provedor da igreja, ou seja,o sustentador, como todo o marido deveria ser, segundo a Bíblia. A prosperidade de Abraão, nesse tempo, veio de Faraó, não de Deus. “E fez bem a Abraão por amor dela; e ele teve ovelhas, e vacas, e jumentos, e servos, e servas, e jumentas e camelos.” (Gn.12:16). “Então tomou Abimeleque (rei dos filisteus) ovelhas e vacas, e servos e servas, e os deu a Abraão, e restituiu-lhe Sara, sua mulher.” (Gn.20:14). Nesse tempo, Deus não foi para Abraão Jeová-Jiré, pois a sua prosperidade não veio de Deus, mas de Faraó, rei do Egito, e de Abimeleque, rei dos filisteus. E tudo isso, em troca de Sara, que se tornou em objeto de comércio, ou de negócio. Pedro disse: “E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas”.  (II Pd. 2:3). A proteção é outra prerrogativa que compete a Deus ou a Cristo, como maridos. Abraão, por medo, foi buscar proteção em Faraó, rei do Egito. Tanto a proteção, quanto a provisão, devem ser objetos de fé, por parte das igrejas e de seus pastores. Porém, se os pastores não confiarem em Deus, irão buscar proteção nos políticos, ou mesmo no Estado, e provisão, nos empresários, que, supostamente, são os que têm dinheiro. A Bíblia diz: “Feriu, porém, o Senhor  a Faraó com grandes pragas, e a sua casa, por causa de Sarai, mulher de Abrão. “ (Gn. 12:17). Eu tenho me perguntado se as grandes pragas que tem acontecido no Brasil, nos dias de hoje, são por causa dos descrentes, ou por causa dos crentes. Creio que esse texto dá a resposta. A Bíblia diz: “E aconteceu que, entrando Abrão no Egito,  viram os egípcios  a mulher, que era mui formosa.” (Gn.12:14). Paulo diz que a igreja é “igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante,  mas santa e irrepreensível.” (Ef. 5:27). A beleza da igreja atrai a cobiça dos políticos (à procura de votos), e dos empresários ( a procura de lucro), e por tudo o dinheiro responde.  A igreja prostituída aparece em Apocalipse: “Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra...(Ap.17:5). “E os reis da terra (os políticos), que se prostituíram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem o fumo do seu incêndio.” (Ap. 18:9). “ Os mercadores( os empresários) destas coisas, que com ela se enriqueceram, estarão de longe, pelo temor do seu tormento, chorando e lamentando.” (Ap. 18:15). Deus diz ao rei dos filisteus: “Agora pois restitui a mulher ao seu marido, porque profeta é, e rogará por ti, para que vivas...E orou Abraão a Deus, e sarou Deus a Abimeleque, e à sua mulher, e às suas servas, de maneira que tiveram filhos; porque o Senhor havia fechado totalmente todas as madres da casa de Abimeleque, por causa de sara, mulher de Abraão.” (Gn.20:7,17,18). Ainda há tempo de os pastores brasileiros, que estão nessa situação, reverterem o jogo em favor do Brasil, tomando de volta a igreja das mãos dos políticos e dos empresários, orando em seu favor, para a que a esterilidade saia e venha prosperidade na nação, tanto para os políticos, quanto para os empresários, da parte de Deus, mas não em troca da prostituição da igreja. 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

AS DEZ PRAGAS DO EGITO

As dez pragas do Egito são:
1.       Água transformada em sangue – Ex. 7:20
2.       Rãs  -  Ex. 8:6
3.       Piolhos  -  Ex. 8:16-19
4.       Moscas  -  Ex. 8:20-32
5.       Peste nos animais  - Ex. 9:1-7
6.       Úlceras  -  Ex. 9:8-12
7.       Chuva de Pedras  -  Ex.9:18
8.       Gafanhotos -  Ex. 10:1-19
9.       Trevas  -  Ex. 10:21-29
10.   Morte dos primogênitos  - Ex. 11:5
          Essas famosas pragas do Egito, na verdade, são milagres, tecnicamente chamados na Bíblia de Sinais e Prodígios ou Sinais e Maravilhas. Na verdade, é um dos dons espirituais revelados em I Co. 12:10 “a outro , operação de milagres”. É também uma característica apostólica, como Paulo diz em II Co. 12:12 “Pois as credenciais do apostolado foram apresentadas no meio de vós, com toda a persistência,por sinais, prodígios e poderes miraculosos.” Também o livro de Atos registra o exercício desse dom, por meio dos apóstolos: “Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos.” (At.2:43). E ainda: “Muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos.” (At. 5:12). Para sermos justos, convém informar que somente Filipe e Estêvão, que não eram apóstolços, fizeram sinais e prodígios. Mas eram diáconos, e receberam a imposição dos mãos dos apóstolos. A intenção aqui é ensinar que não é qualquer crente que pode fazer milagres, mas, mesmo Jo. 14:12 deve se sujeitar a essas regras hermenêuticas. Moisés e Arão fizeram esses milagres porque, mesmo no Antigo Testamento, estavam investidos de uma autoridade apostólica, pois haviam sido enviados por Deus. Deus havia dito a Moisés que o faraó não deixaria Israel ir embora senão por uma forte mão. Moisés disse a faraó: “Assim diz o Senhor...Deixa ir o meu povo, para que me sirva” (Ex. 10:3). E a Bíblia diz: “Tendo Faraó deixado ir o povo...” (Ex. 13:17). Por que será que Deus precisava da autorização de Faraó para libertar seu povo, já que Deus é soberano e Todo-Poderoso? Porque Deus age na legalidade e não na ilegalidade. Deus respeitava a autoridade de Faraó e não queria passar por cima dela. Mas Deus realizou as dez pragas, ou juízos, por leio de Moisés e Arão, a fim de obrigar Faraó liberar o povo. Os oficiais de Faraó lhe disseram: “Acaso, não sabes ainda que o Egito está arruinado?” (Ex. 10:7). A mesma coisa com a Presidenta do Brasil hoje. Deus não vai violar a autoridade do governo, mas pode arruinar a nação para obrigá-la a renunciar. Voltemos à questão espiritual. No Novo Testamento, Deus, por meio de pessoas escolhidas, realiza Sinais e prodígios, para obrigar Satanás a liberar as pessoas que ele mantém cativas. Jesus disse ao apóstolo Paulo: “Eu te envio aos gentios, para lhes abrires os olhos e os converteres das trevas para a luz e da autoridade de Satanás para Deus, a fim de que recebam eles remissão de pecados e herança entre os que são santificados pela fé em mim.” (At.26:17,18). E em At. 19:11 “E Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários”. “Muitos dos que creram vieram confessando e denunciando publicamente as suas próprias obras...Assim, a Palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente.” (At.19:18-20). Mas temos de ter prudência, pois no Egito, os feiticeiros de Faraó reproduziram as duas primeiras pragas, mas na terceira, não conseguiram. (Ex. 7:22; 8:7, 18). No N.T. Jesus advertiu: “porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos.” (Mt.24:24). Paulo também advertiu: “Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos.” (II Ts. 2:9, 10). Então, cautela. Há milagres verdadeiros e milagres falsos. Temos de orar e pedir a Deus discernimento, para distinguir uns dos outros.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

O PROCESSO DA FRUTIFICAÇÃO


“Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou, com instância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses, não choveu. E orou, de novo, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto.” (Tg. 5:17,18).

1.       Tudo começa com oração, como foi o caso de Elias, pois Tiago diz que Elias orou instantemente ou fervorosamente. Portanto não foi uma oração qualquer, mas uma oração qualificada. O Antigo Testamento não diz nada sobre a primeira oração de Elias, para que não chovesse,  mas diz muitas coisas sobre a segunda oração, para que chovesse. Em I Rs. 18:41-46, diz que Elias meteu o rosto entre os joelhos, que é um tipo de oração chamada de oração de dores de parto. É o mesmo tipo de oração que Jesus fez quando ressuscitou Lázaro, pois João diz que Jesus “agitou-se no espírito e comoveu-se... Jesus, agitando-se novamente em si mesmo, encaminhou-se para o túmulo” (Jo.11:33,38). O apóstolo Paulo diz em Gálatas “meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós” (Gl.4:19), e em I Co. 4:15 “Porque, ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu, pelo Evangelho, vos gerei em Cristo Jesus.” Então, qualquer coisa que tiver que ser gerada no mundo espiritual, tem de ser por meio da oração fervorosa, instante, perseverante, que envolve corpo, alma e espírito. Não pode ser uma oração qualquer, formal, fingida, dissimulada, como os fariseus faziam. “E, quando orardes, não sereis como os hipócritas; porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos pelos homens.” (Nt.6:5). A Bíblia diz que “Ora, Isaque orou insistentemente ao Senhor por sua mulher porquanto ela era estéril; e o Senhor ouviu as suas orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu.” (Gn.25:21). Isaque orou vinte anos, mas a bênção veio dobrada, pois nasceram gêmeos. Para que Jesus nascesse alguém pagou o preço. “Havia uma profetisa chamada Ana...Esta não deixava o templo, mas adorava noite e dia em jejuns e orações.” (Lc. 2:36,37).

2.       A segunda coisa que acontece é chuva, pois Tiago diz “e o céu deu chuva”, para que o processo de frutificação prossiga. Literalmente falando, para que a terra dê fruto é preciso que haja chuva. E a chuva está sob o controle de Deus. No tempo de Elias houve três anos e seis meses sem chover sobre a terra. Isso causou o que a Bíblia chama de fome, no Brasil é chamado de seca, e na economia é chamado de recessão, crise, etc. No caso de Elias, em I Rs. 18:41-46, começou com um ruído “porque já se ouve  ruído de abundante chuva” (v.41), e depois “uma nuvem pequena como a palma da mão do homem” (v.44), e depois&nbsp ; “os céus se enegreceram, com nuvens e vento, e caiu grande chuva” (v.45). No caso de Maria, depois que a profetisa Ana orou, o anjo disse a Maria “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado filho de Deus.” (Lc.1:35). Em vez de chuva, quem desceu foi o Espírito Santo, e não foi sobre a terra, mas sobre Maria. Isaías diz “Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra, e a fecundem, e a façam brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei.” (Is.55:10,11). No caso de Isaque, embora a B&iacu te;blia não diga, podemos deduzir que foi o Espírito Santo quem desceu sobre Rebeca, do mesmo modo que desceu sobre Maria, e fez com que uma mulher estéril concebesse, ou seja, um milagre. Hoje não é diferente primeiro é a oração, e depois é a chuva, ou seja, o Espírito Santo, que Deus manda no tempo dele, seja para que milagre for.

3.       Tiago diz que o terceiro estágio do processo de frutificação, é que “a terra produziu o seu fruto”.  Novamente, literalmente falando, a terra só pode produzir fruto, se houver chuva sobre ela. No caso de Elias, a fome terminou ali, e no caso de Maria, ela concebeu quando o Espírito Santo desceu sobre ela. No caso da igreja primitiva, depois que ela orou dez dias, de modo “perseverante” (At.1:14), o Espírito Santo foi derramado, e cerca de três mil almas foram salvas. Seja para que finalidade for, o resultado tem obedecer essa ordem: oração qualificada, chuva derramada (Espírito Santo), fruto produzido (bênção, resultado, consequência). Ressalva: Deus decide o tempo de derramar o Espírito Santo. Por isso que a oração tem de ser perseverante. 

domingo, 6 de dezembro de 2015

FATORES DA SALVAÇÃO


          Em I Co. 6:9-11, Paulo diz que “Ou são sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus?...nem roubadores herdarão o reino de Deus.” Neste texto, ele elenca uma série de comportamentos pecaminosos, que tornam a pessoa injusta, e que a desqualificam para o reino de Deus. Neste caso, justo é quem não tem pecados, ou que, tendo-os, foram perdoados. Somente três pessoas humanas pisaram nesta terra sem pecado. Adão e Eva, antes da queda, e Jesus. Os demais seres humanos, todos foram pecadores, e, portanto, desqualificados para o reino de Deus. Mas, dos que foram injustos, por pecados pessoais ou herdados, serão justificados todos os que tiveram seus pecados perdoados. Neste texto, Paulo enumera os pecados que tornam  uma pessoa injusta, mas não esgota a lista.

1.       Impuros, PORNOI, fornicação, prostituição, pecado sexual.
2.       Idólatras, adorar imagem, física ou metafísica, adorar deuses falsos.
3.       Adúlteros, violar aliança de casamento, ou quebrar aliança com Deus, sendo amigo do mundo – Tg. 4:4; I Jo.2:15-17.
4.       Efeminados, comportamento de mulher em homem, homossexualidade passiva.
5.       Sodomitas, homossexualidade ativa, pederastia.
6.       Ladrões, os que roubam ou furtam bens de outros, de modo ilegal.
7.       Avarentos,  amor ao dinheiro ou ao lucro, obsessão por bens materiais.
8.       Bêbados, viciados em alcoolismo, alcoólatras.
9.       Maldizentes, murmuradores, queixosos, que falam mal dos outros, e das autoridades.
10.   Roubadores, aproveitadores, enganadores, oportunistas, que tiram coisas dos outros, mesmo de forma legal.
São dez comportamentos representativos da pecaminosidade do coração humano, contaminado pelo pecado.  E Paulo diz “Tais fostes alguns de vós”.  Em seguida ele passa a dizer como eles foram tornados aptos para o reino de Deus.

I-                    MAS FOSTES LAVADOS – I Co. 6:11, Neste caso, o primeiro passo do processo de reabilitação para o reino de Deus é a necessidade de ser lavado. O profeta Eliseu mandou dizer ao general sírio, Naamã “Vai, lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne será restaurada, e ficarás limpo.” (II Rs. 5:10). Em At. 22:16, Ananias diz a Saulo “E agora,por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dele (de Jesus).” Quando Paulo diz, em I Co. 6:11 “mas fostes lavados”, está se referindo ao batismo nas águas, em nome de Jesus.

II-                  MAS FOSTES SANTIFICADOS – I Co. 6:11, depois de lavados, eles precisaram ser santificados, que é a efetiva purificação do coração, efetuada pelo espírito Santo, na experiência chamada de batismo no espírito Santo, ou receber o Espírito Santo. Quando Pedro fala no Concílio de Jerusalém, sobre o fato de os gentios terem recebido o Espírito Santo, ele diz: “Ora, Deus, que conhece os corações, lhes deu testemunho, concedendo Espírito Santo a eles, como também a nós nos concedera. E não estabeleceu distinção algu ma entre nós e eles, purificando-lhes pela fé o coração.” Mesmo tendo sido notórios pecadores, os coríntios foram santificados, quando receberam o Espírito Santo. “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?

III-                MAS FOSTES JUSTIFICADOS – I Co. 6:11, Mesmo tendo sido injustos no passado, pela prática daqueles pecados, esses coríntios foram justificados, porque os seus pecados foram perdoados.  Agora eles são justos, isto é, estão com a ficha limpa, e já nenhuma acusação há contra eles. “Concluímos, pois,  que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei.” (Rm. 3:28). “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm.5:1). E Paulo conclui dizendo que tudo isso foi feito em nome de noss o Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus. O nome de Jesus é invocado no batismo, e o espírito Santo vem para selar o crente, como um selo de propriedade de Deus. “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Rm.10:13). “Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome de Jesus” (At.22:16).

sábado, 5 de dezembro de 2015

A GRANDE TRIBULAÇÃO


1.       Conceito: Tribulação é o povo de Deus sendo perseguido por causa de sua fé em Deus ou em Jesus.
2.       Texto: Ap. 1:9; 6:9 “Eu, João, irmão vosso e companheiro na tribulação, no reino e na perseverança, em Jesus, achei-me na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus...Quando ele abriu o quinto selo, vi, debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam.”
3.       A grande tribulação: Jesus disse: “porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais”(Mt. 24:21). Ele prossegue dizendo “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mt. 24:22). O holocausto Nazista, na segunda Guerra Mundial, contra os judeus, pode ser considerado a grande tribulação de Israel. Pelo que Jesus disse, a tribulação da igreja será pior.
4.       Jesus disse: “Então, sereis atribulados , e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros...E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo...É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma” (Mt.24:9-13; Lc. 21:19), e “Contudo, não se perderá um só fio de cabelo da vossa cabeça” (Lc.21:18).
5.       Jesus disse: “então, os que estiverem na Judeia fujam para os montes; quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa” (Mt.24:16-18). Literalmente Jesus está falando da destruição de Jerusalém, que aconteceu no ano 70 d.C., mas profeticamente, ele está dando um sinal de que na grande tribulação, nos últimos dias, a situação será semelhante. Ou seja, numa situação de emergência como essa, a vida, e somente a vida, será saldo. Jesus disse: “Quando, porém, virdes Jerusalém sitiada de exércitos, sabei que est&aac ute; próxima a sua devastação” (Lc.21:20). É interessante o que Deus fala a Ebede-Meleque, o etíope, numa Jerusalém sitiada: “Pois certamente te salvarei, e não cairás à espada, porque a tua vida te será como despojo, porquanto confiaste em mim” (Jr.39:18), e a Baruque, secretário de Jeremias, Numa situação semelhante: “E procuras tu grandezas? Não as procures; porque eis que trarei mal sobre toda a carne, diz o Senhor; a ti, porém, eu te darei a tua vida como despojo, em todo lugar para onde fores” (Jr.45:5). A vida física no A.T. se torna vida espiritual no N.T. , ou seja, mesmo que você morra fisicamente, a vida eterna está garantida.
6.       Jesus disse: “Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do homem” (Mt. 24:29,30). Uma coisa é a tribulação, e outra é o juízo de Deus, que começará depois da tribulação. “Logo depois da tribulação daqueles” contra o povo de Deus, é que começará o juízo de Deus, contra os moradores da terra, por terem perseguido a igreja, instrumentalizados por Satanás. Apocalipse parece descrever o mesmo cenário, pois diz: “O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas uma grande estrela, ardendo como tocha (será um meteoro?)...O quinto anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela caída do céu na terra. E foi-lhe dada a chave do poço do abismo” (Ap. 8:10; 9:1). “as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados” (Mt.24:29).
7.       A tribulação de Noé. Alguém disse que a igreja não vai passar pela grande tribulação, porque Deus tirou Noé e sua família, antes de mandar o dilúvio. É um erro de interpretação. O dilúvio não foi tribulação, mas juízo de Deus. Tribulação pode ter sofrido Noé, enquanto construía a arca. A Bíblia não diz, mas ele pode ter sido alvo de zombaria, por parte daqueles a quem ele pregou, mas que não creram. Noé é chamado de “pregador da justiça” (II Pd.2:5). A tribulação de Noé foi durante o tempo em que ele pregou e construiu a arca, mas ningu&eac ute;m creu. Quando ele entrou na arca, Deus mandou o juízo para castigar aqueles incrédulos. A Bíblia diz que Deus “fez vir o dilúvio sobre o mundo dos ímpios” (II Pd.2:5). O dilúvio não foi tribulação, mas juízo de Deus sobre os ímpios. “Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz” (Mt.24:29).
8.       A tribulação de Ló. Alguém disse que a igreja não vai passar pela grande tribulação, porque Deus tirou Ló da cidade, antes de destruí-la. É um erro de interpretação. A destruição de Sodoma não foi tribulação, mas juízo de Deus. A tribulação sofreu Ló, por parte dos moradores de Sodoma, enquanto morava lá. A Bíblia diz que Deus “livrou o justo Ló, afligido pelo procedimento libertino daquele daqueles insubordinados (porque este justo, pelo que via e ouvia quando habitava entre eles, atormentava a sua alma justa, cada dia, por causa das obras iníquas daqueles)” (II Pd.2:7,8). A B&iac ute;blia diz que os moradores de Sodoma “E arremessaram-se contra o homem, contra Ló, e se chegaram para arrombar a porta” (Gn.19:9). Ló sofreu tribulação nas mãos dos moradores de Sodoma, assim como os crentes sofrem ou vão sofrer tribulação nas mãos dos moradores deste mundo, que “jaz no maligno”. Paulo diz que “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (II Tm. 3:12).
9.       A igreja já está passando pela grande tribulação na China e Coréia do Norte (Comunismo) e Oriente Médio (Islamismo), e a pergunta que temos de fazer é “quando chegará aqui?” Não é “se”, mas “quando”, pois a Escritura certamente se cumprirá. Apocalipse diz “Foi-lhe dado, também, que pelejasse contra os santos e os vencesse. Deu-se-lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação” (Ap. 13:7). Mas a igreja não deve ter medo, mas orar por eles, pois aquele que está conosco é maior do que aquele que está com eles. “Mas a besta foi aprisionada, e com ela o falso profeta que, c om os sinais feitos diante dela, seduziu aqueles que receberam a marca da besta e eram os adoradores da sua imagem. Os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo que arde com enxofre. Os restantes foram mortos com a espada que saía da boca daquele que estava montado no cavalo. E todas as aves se fartaram das suas carnes.” (Ap.19:20,21). 

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

A IRA VINDOURA


“para aguardardes dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura” (I Ts. 1:10).
          Durante muito tempo eu não sabia que havia depósitos de lama em Minas Gerais. Um depósito se rompeu, e há outros ameaçando se romper. Até mesmo quem sabia de sua existência, provavelmente não sabia do perigo dessas barragens se romperem. Pode até ser que alguém pode ter sido avisado, mas não deu crédito. Era a ira vindoura. Tenho pensado no tempo de Noé, quando este avisou do dilúvio vindouro, mas ninguém creu. Somente sua família acreditou nos seus avisos. Mas a ira vindoura chegou na forma do dilúvio, que matou toa a população do mundo daquela época. Deus prometeu nunca mais matar toda a população com um dilúvio de água, mas nada falou sobre um dilúvio de lama. Também Deus prometeu não tr azer mais um dilúvio universal, mas nada falou sobre um dilúvio local. A ira vindoura pode chegar a qualquer momento para uns, mas virá o dia em que chegará para todos, isto é, todos os que não estiverem preparados para ela. Noé e sua família estavam preparados, e nós temos de nos preparar. No texto acima, Paulo informa que o motivo de ansiarmos pela volta de Jesus, é que ele nos livra da ira vindoura. É a ira de Deus. Há vários tipos de ira. Em I Ts. 2:16, Paulo fala da ira que caiu sobre os judeus daquela época. “A ira, porém, sobreveio contra eles, definitivamente.” Não é essa a ira vindoura. João Batista, vendo muitos fariseus e saduceus vindo para serem batizados, lhes disse: “Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura?” (Mt.3:7). Jesus, repreendendo os escribas e fariseus, lhes disse: “S erpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?” (Mt.23:33). Paulo fala de outro tipo de ira, que não é a vindoura, mas atual. “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detém a verdade pela injustiça” (Rm. 1:18). O pecado, neste caso, foi a idolatria, que significa servir a outros deuses, ou à sua representação, violando o primeiro mandamento do decálogo “Não terás outros deuses diante de mim” (Ex.20:3). “e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.” (Rm. 1:23). Neste caso, a ira de Deus se manifestou e se manifesta, ao entregar tais pessoas e seus descendentes, a espíritos de homossexualismo, como está escrito: “Por isso, Deus entregou tais homens a imundície...Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames...E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes” (Rm. 1: 24,26,28). Então, a pessoa que está dominada por um espírito de homossexualismo, não pode se libertar a si mesma. Mas Jesus disse “Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo.8:36). Quando sofremos correção por parte de nossos pais terrenos, podemos nos revoltar, e nos encher de amargura, ou podemos aceitar a correção, reconhecendo que merecemos o castigo. Com Deus é a mesma coisa. A pessoa  que está nessa situação pode se revoltar, ou racionalizar, alegando que é normal, ou pode reconhecer a justiça de deus, e pedir ajuda a Jesus, que nos livra da ira vindoura e da atual. “Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue e estais esquecidos da exortação que, como filhos, discorre convosco: Filho meu, não menospreze a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho que recebe. É para disciplina que sofreis (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige?” (Hb.12:4-7). Mas isso ainda não é a ira vindoura. A ira vindoura é “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt.25:41). “E, se alguém não foi achado inscrito no livro da vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo” (Ap.20:15). A boa notícia é que Jesus nos livra da ira vindoura e da atual. Só sofrerá e ssa ira quem quiser.