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terça-feira, 19 de agosto de 2014

A LEI E A GRAÇA


Mt. 5:17-20

Vamos começar lembrando que não entraremos no reino de Deus por guardarmos a lei de Deus, dada a Moisés no monte Sinai, no Antigo Testamento, resumida nos Dez Mandamentos. Tiago diz “Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos.” (Tg.2:10). Paulo diz “porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada.” (Gl.2:16b). Então vamos dividir o assunto em três pontos:

1.       COMO ENTRAR NO REINO DE DEUS  -  “Porque eu vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.” Veja que Mateus escreveu “Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus...” (Mt.13:11) e Marcos escreveu “A vós vos é dado saber os mistérios do reino de Deus...” (Mc.4:11). Então a conclusão é que a expressão “reino dos céus e” e “reino de Deus” são sinônimas, sendo que Mateus usa a primeira porque está escrevendo aos judeus, e estes tem medo de usar o nome o nome Deus, por causa do mandamento de não tomar o nome de Deus em vão. Mas como entrar no reino de dos céus ou de Deus? Paulo diz “pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus.” (EF.2:8). E Gn. 15:6 diz “E creu Abrão em Deus, e isto lhe foi imputado como justiça.” E Ap. 21:27 diz “E não entrará nela coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.” Está se referindo â nova Jerusalém. O certo é que não entrará no reino de Deus pecado, que é crime espiritual, ou transgressão da lei de Deus. O remédio para isso se chama Justificação, que demanda justiça, e deriva de uma visão jurídica da salvação. Outras figuras são usadas na Bíblia para falar do mesmo assunto, e temos de identificar que tipo de linguagem está sendo usada, para não fazermos confusão. Uma figura que é usada é a da morte e ressurreição (Rm.6:4), e da plantação (Rm.6:5), da crucificação (Rm.6:6). Mas tem também a figura do novo nascimento, que o próprio Jesus usa em Jo. 3:3,5 “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus...Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.” Os escribas e fariseus não podiam entrar no reino porque procuravam entrar por guardar a lei. A lei dizia “Faze estas coisas, e por elas viverás”, mas a graça diz “O justo viverá pela fé”. Mas “nascer da água” é o batismo nas águas, e “nascer do Espírito” é o batismo no Espírito Santo. Jesus disse “quem crê e for batizado será salvo”. Quando os apóstolos começaram a pregar, todos eles, a exemplo de João Batista e Jesus, exigiram o arrependimento, como primeiro passo para se entrar no reino de Deus. “Arrependei-vos, e sede batizados em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados...” (At.2:38). Então, três palavras são usadas: Perdão dos pecados(At. 2:38); apagados os pecados (At.3:19); lavados os pecados (At. 22:16). Perdoar, apagar, e lavar, são palavras fortes para mostrar a maneira como Deus lida com o pecado humano. Tudo isso se chama Justificação, que é o termo jurídico e teológico. Tudo isso envolve fé, e precisamos entender que fé não um mero assentimento como o levantar de mão, mas se submeter ao plano de Deus, obedecendo a cada uma dessas etapas. Mas observe que, na sequência de cada um dos textos de Atos, que fala da justificação, segue-se o recebimento do Espírito Santo, também chamado de batismo no espírito Santo, que é a doutrina da santificação. Então, para entrar no reino de Deus não é preciso guardar a lei, mas crê no que Jesus fez, e se submeter a isso, mediante arrependimento e batismo. Esses dois passos são decisão humana, mas o batismo no Espírito Santo é decisão de Deus, que vê o coração, e sabe se você creu de todo coração. (At.8:37). Hebreus 6:1 chama esses dois passos iniciais de “arrependimento de obras mortas e fé em Deus.” Jesus disse que se alguém não nascer da água e do espírito, não pode entrar no reino de Deus. Procure entrar, pois Jesus disse “Porfiai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão.” (Lc. 13:24). Não vai ser fácil. Jesus disse mais “entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior do que João Batista, mas aquele que é o menor no reino dos céus é maior do que ele. E, desde os dias de João Batista até agora, se faz violência ao reino dos céus, e pela força se apoderam dele.” Mas já estamos dentro do reino, sem cumprir a lei. Mas, e agora, para serve a lei?

2.       OS QUE VIOLAM A LEI DENTRO DO REINO  -  “Qualquer pois que violar um destes mais pequenos mandamentos, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus.” Se a lei não serve para nos colocar dentro do reino, mas a fé, agora que já estamos dentro, a lei tem o seu papel a cumprir. Em primeiro lugar, não diz que perde a salvação, quem transgride a lei, dentro do reino. Mas o que diz é que ocupará um lugar inferior, ou seja, o status dentro do reino de Deus, é concedido na proporção do cumprimento da lei. E não é só cumprir, mas também ensinar. Tem lógica, pois Hb. 8:8-12, citando Jeremias 31:31, diz “Dias virão em que estabelecerei  com a casa de Israel e com a casa de Judá uma nova aliança...Porei as minhas leis na sua mente e as escreverei no seu coração...” o homem natural não pode deixar de se irar, nem de olhar para uma mulher sem cobiçá-la, mas o crente cheio do Espírito de Deus pode. Paulo escreveu “Porque a lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte.” (Rm. 8:2). Se a lei reflete o caráter de Deus, o filho de Deus, redimido, reflete o caráter da lei em sua conduta. Quando Ef. 2:8,9 diz que o homem não será salvo (justificado) pelas obras (da lei), acrescenta no verso dez “Pois fomos feitos por Ele, criados em Cristo Jesus para as boas obras (da lei), previamente preparadas por Deus para que andássemos nela.” Não somos salvos pelas obras (da lei), mas para as boas obras (da lei). Paulo diz mais “O amor não faz mal ao próximo. De modo que o amor é o cumprimento da lei.” (Rm.13:10). E mais “o amor de Deus foi derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado.” (Rm.5:5). Jesus também diz “Portanto, tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei também a eles; porque esta é a lei e os profetas.” (Mt.7:12).

3.       OS QUE CUMPREM A LEI DENTRO DO REINO  -  “aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino do céu.” No livro de Esdras está escrito o seguinte: “Porque Esdras tinha-se disposto no coração a estudar a lei do Senhor e a praticá-la, e a ensinar em Israel os seus estatutos e normas.” Esdras era sacerdote, descendente do sumo sacerdote Arão, e nessa condição era um tipo e figura do crente do novo Testamento. Se Esdras já tinha sido justificado pela fé, isto é, já estava dentro do reino de Deus, adotou a atitude certa em estudar, praticar, e ensinar a lei de Deus, embora estivesse no regime da velha aliança. Jesus disse que quem cumprir a lei, dentro do reino de Deus, e assim ensinar aos homens, será chamado grande no reino de Deus. A lei não serve para justificar o homem, mas para, depois de justificado pela fé, dar balizamentos de como é o caráter de Deus, e tentar imitá-lo. “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo. No regime da lei não tem advogado, mas no da graça tem. O crente, porém, que aprendeu a lidar com o pecado para a justificação, tem de aprender a lidar com o mesmo pecado, para a santificação. O pecado não deve ser uma constante na vida do crente, mas um acidente, uma exceção. João diz “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.” (I Jo. 1:8). Então, temos de nos examinar constantemente para ver se tem algum pecado em nós. “Se dissermos que não temos pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” Se constatarmos algum pecado em nós, o caminho é semelhante ao do princípio. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados(justificação) e nos purificar de toda a injustiça (santificação).” (I Jo. 1:9). A confissão demonstra arrependimento, e deve ser feita a Deus, ou a um outro ser humano. Então não despreze a lei, pois embora ela não sirva para nos justificar, nem para nos colocar dentro do reino de Deus, uma vez dentro, ela serve para alcançarmos galardão dentro do reino. Um estrangeiro que quer ser cidadão brasileiro, não o conseguirá por cumprir a lei do Brasil, mas por outro processo. Todavia, uma vez se tornando cidadão brasileiro, está obrigado a cumprir a lei do país, sob pena de ser punido, ainda que possa não ser expulso.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

O PECADO DE JÓ


Desde a minha conversão, tenho ouvido explicações ou justificativas para o fato de Deus ter  permitido que Satanás afligisse Jó. Diziam que Jó tinha o pecado da falta de fé, baseados no que ele disse: “Porque o que eu temia me veio, e o que receava me aconteceu. Nunca estive descansado, nem sosseguei, mas veio sobre mim a perturbação.” (Jó 3:25,26). Mas essa explicação nunca me pareceu convincente. Outros diziam que Deus afligiu Jó, para que os que viessem depois dele, as futuras gerações, pudessem ser consolados no meio dos sofrimentos, a exemplo dele. Mas isto nunca me pareceu convincente, nem justo, e não pareciam fazer justiça ao caráter de Deus.  

Porém, mais recentemente, me ocorreu que a verdade é bem outra. Jó tinha um pecado sim, e era um pecado grave, pelo menos aos olhos de Deus, embora pareça não o ser aos olhos da igreja de hoje. Hoje,  a igreja, ou parte dela, parece adotar a psicologia do sucesso, ou a filosofia, ou a cultura do sucesso, que diz que os fins justificam os meios. Mas será essa a cosmovisão  Bíblica, ou de Deus? Pelos padrões de hoje, Jó seria o pastor de uma mega igreja. Afinal ele tinha “sete mil ovelhas”.  A totalidade dos animais de Jó, era de onze mil e quinhentos. Simbolicamente falando, esse era o tamanho do seu rebanho. Os dez filhos de Jó, são um simbolismo dos  discípulos. Lembre da parábola das dez virgens (Mt.25:1-13), dos dez moços de Davi (I Sm.25:5), das palavras de Elcana a Ana, sua esposa estéril, “Não te sou eu melhor do dez filhos?” (I Sm. 1:8b). Jó era, sem dúvida, um pastor bem-sucedido, pelos padrões de hoje. Além de ter um mega rebanho, ou uma mega igreja, Jó era íntegro de caráter. Cair em pecado sexual? Nem pensar. Jó não faria isso, pois ele mesmo disse “Fiz pacto com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa virgem?” (Jó 31:1). Jó também não tinha fraqueza por dinheiro, pois Satanás o acusou disto mesmo, de servir a Deus em troca de prosperidade. Depois que a prosperidade lhe foi tirada, ele disse “Nu saí do ventre de minha mãe, e nu tornarei para lá. O Senhor deu, e o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor.” (Jó 1:21).  “ Era homem íntegro e reto, que temia a Deus e se desviava do mal.” (Jó 1:1). Falta de integridade não era problema para Jó. 

Cuidado aqui, pois hoje, em face do mal caratismo de alguns (ou seria de muitos?), pastores e igrejas têm buscado o aperfeiçoamento do caráter, como sendo a panacéia espiritual de hoje. De certo modo está correto, mas não é tudo. Paulo diz “segundo a justiça que há na lei, (fui) irrepreensível.”(Fl. 3:6).  Mas era um fariseu perseguidor da igreja. Jesus era íntegro e honesto, mas, além disto, era “manso e humilde de coração”. (Mt.11:29). Observe os adjetivos aplicados a Jó. Íntegro, reto, temente a Deus, se desviava do mal. Mas não diz que ele era justo. Porque? Porque essas qualidades são de alguém que se justiçava pela lei, pelo merecimento, era justiça de fora para dentro, era a justiça dos fariseus. Esse tipo de justiça gera orgulho. Foi desse tipo de justiça que Jesus falou “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.” Veja o que diz Jó 32:1 “Então aqueles três homens cessaram de responder a Jó; PORQUE ERA JUSTO AOS SEUS PRÓPRIOS OLHOS.” Eis o pecado de Jó. Justiça própria. 

Justiça própria gera orgulho. O pecado de Jó era orgulho. Dele é dito “DE MANEIRA QUE ESTE HOMEM ERA MAIOR DO QUE TODOS OS DO ORIENTE”. Jó era o maior de todos e sabia disto. Muito tempo depois, os discípulos de Jesus queriam saber quem era o maior. “Naquela mesma hora chegaram os discípulos ao pé de Jesus, dizendo: QUEM É O MAIOR NO REINO DOS CÉUS? E Jesus, chamando um menino, o pôs no meio deles, e disse...aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior  no reino dos céus.” (Mt.18:1,2,4). Na escala de valores do reino de Deus, a humildade está no topo. Mas hoje se perguntarmos quem  é o maior, a resposta certamente será “quem tem a maior igreja,  quem tem o maior número de discípulos”. Aliás, já ouvi, mais de uma vez,  que se alguém quiser discutir com você, pergunte quantos discípulos ou quantas células ele tem. Mas será que isto está certo?

Não será isto orgulho? Afinal, quantidade tem valor diante de Deus, mas não mais do que a humildade. Quem é o maior, corre grande perigo, como Jó, se não cultivar a humildade. A maneira de tratar os pequenos diz muito. Nem todos os que são pequenos, são infiéis, preguiçosos, ou incompetentes. É bom lembrar do rei da assíria, que Deus usou para abater nações. Ele pensava que a virtude era dele, que o poder era dele, e não percebia que Deus o estava usando, que ele era apenas um instrumento nas mãos de Deus. Deus disse “Por isso acontecerá que, havendo o Senhor acabado toda a sua obra no Monte de Sião e em Jerusalém, então visitarei o fruto do arrogante coração do rei da assíria e a pompa da altivez dos seus olhos...Porventura gloriar-se-á o machado contra o que corta com ele? Ou presumirá a serra contra o que puxa por ela?” (Is.10:12,15).

Mas, prosseguindo no argumento de que o pecado de Jó era o orgulho, veja o que diz Jó 41:34, a respeito do Leviatan: “Ele vê tudo o que é alto; é rei sobre todos os filhos da soberba.”É possível que o Leviatan seja o próprio Satanás, como parece dizer Isaías 27:1 “Naquele dia o Senhor castigará com a sua dura espada grande e forte, a Leviatan, a serpente veloz, e a Leviatan, a serpente tortuosa, e matará o dragão que está no mar.” Em Apocalipse Satanás é chamado tanto de dragão, como de serpente (Ap.12:9). Estaria o Leviatan influenciando Jó, instilando nele o seu orgulho, já que “é rei sobre todos os filhos da soberba”? É possível e provável. Mas voltemos a Jó 32:1, onde diz ”PORQUE JÓ ERA JUSTO AOS SEUS PRÓPRIOS OLHOS.”  Em Lc. 18:9 “E disse também esta parábola A UNS QUE CONFIAVAM EM SI MESMOS, CRENDO QUE ERAM JUSTOS,  e desprezavam os outros.” Percebi que a atitude do fariseus era muito parecida com a de Jó. O fariseu dizia “Ó Deus, graças te dou, porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos,  e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes por semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.” (Lc.18:9-14). Não é por acaso que Jesus disse que o publicano desceu JUSTIFICADO para a sua casa e não e fariseu. Jó era como este fariseu. Será que nós também não somos?

No livro de Jó é dito que os sete filhos de viviam em banquetes, e convidavam sua três irmãs. O simbolismo é que o estilo de vida dos filhos de Jó, revelava sua condição espiritual. Viviam em banquetes. Jesus disse que nos dias de Noé “comiam e bebiam, casavam  e davam-se em casamento” e nos dias de Ló “comiam e bebiam, compravam e vendiam, plantavam e edificavam”, (Lc. 17:26-28). Ou seja, um estilo de vida voltado para os valores deste mundo. Qualquer semelhança com os dias atuais, não é mera coincidência. Jesus também disse “E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguês, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia.” Tanto os dias de Noé, quanto os dias de Ló, quanto os dias do filho do homem, precedem juízos de Deus. Assim também, os dias de Jó e seus filhos precedeu um juízo de Deus. Os dez filhos foram mortos por causa do estilo de vida carnal que levavam. 

Os discípulos de hoje terão o mesmo destino? Se adotarem o mesmo estilo de vida...Mas, a conclusão é que um líder orgulhoso, gera um rebanho carnal. O pastor orgulhoso Jó, gerou filhos carnais, que foram mortos por Satanás. Mas esta história tem um final feliz, pois, depois que Jó se tornou humilde, Deus lhe deu um rebanho que tinha o dobro de animais. Como sabemos que Jó se tornou humilde? Veja isto: “Com os ouvidos eu ouvira falar de ti; mas agora te vêem os meus olhos. Pelo que me abomino, e me arrependo no pó e na cinza.” (Jó 42:5,6). Deus deu a Jó um rebanho de vinte e três mil  animais, no lugar dos onze mil e quinhentos, que tinha no princípio. Deus também deu mais sete filhos e três filhas. Há uma novidade nos filhos de Jó, que não havia nos primeiros dez. Aqui é dito que “em toda a terra não se acharam  mulheres tão formosas como as filhas de Jó.” A beleza física das filhas de Jó, representa a beleza espiritual, o estilo de vida santo, diferente do estilo de vida carnal dos primeiros filhos. A conclusão é que um pastor humilde, gera um rebanho santo.